Acontece que todo esse meu sistema de pensamento é aberto. E eu me recuso a aceitar qualquer tentativa de fechá-lo. Prefiro-o escancarado e livre, por mais arriscado que seja isso, a deixá-lo preso a preconceitos parvos. Sei que questiono tudo e todos, mas não me esqueço de também questionar-me, também a mim — antes e ainda mais profundamente — em todos os sentidos. Nenhuma estrutura emocional tem que ser inabalável. Aliás, é a própria instabilidade questionante radical que deixa minha vida equilibrada. Eu vivo dançando de olhos fechados numa bela corda bamba de seda à beira do azul...
Eu escrevo e fico a pensar no que escrevi. Claro que aquilo que quando digo sim é sim e quando digo não é não. Porém, ainda preciso questionar um pouco mais. Pensarei melhor a respeito. Mas, quanto ao meu sistema de pensamento aberto — não tenho dúvidas!

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